terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Salvação e Santidade

Salvação e Santidade: Fé, Esperança e AMOR. por Daniel Vaz

A maioria das pessoas pode ter uma idéia errada sobre o verdadeiro sentido da Santidade, aliás, pode até se dizer que ficamos mais interessados em o “viver sendo santo” no que no sentido verdadeiro da santidade. Porque no caso o “viver sendo santo” na cabeça de muita gente é viver apático e sem poder fazer nada de divertido. Essa visão também depende do que você acha divertido mais viver com o Senhor é muito mais do que divertido. É muito mais importante do que qualquer coisa que você pode imaginar. A sua própria Palavra nos mostra que viver na presença de Deus um dia é muito mais proveitoso do que mil anos (Salmo 84, versículo 10).

Bom, se ficarmos só em palavras você nunca vai entender sem ter a experiência, porque não se pode ter uma opinião sem nunca ter vivido o que se escuta ou pelo menos ter vivido, seja o que for que esteja em questão ao menos alguma vez. Por isso sinta-se livre para ir a qualquer igreja evangélica cristã e experimentar de perto o que seria a Salvação de que tanto falamos estampada nos rostos do povo de Deus.

O Espírito do Senhor nunca dorme e nunca para de trabalhar e Ele sempre tentará lhe mostrar a Verdade na sua essência porque muitos podem ter entendido a teoria do assunto, mas nunca ter entendido o que realmente significa viver com Cristo. O espirito da mentira também não para de se manifestar no mundo e é muito enganador e tenta lhe afastar da perfeita vontade do criador, por causa da nossa natureza pecaminosa acabamos inclinados muitas vezes para o lado que é mal e muitas vezes somos egoístas. É aqui que digo que é aconselhável orar e pedir para que o Espírito Santo possa lhe mostrar a Vontade de Deus. Se você não souber é só simplesmente pedir, o Senhor é compreensível.

O próprio senhor Jesus anunciou a Salvação e Jeová (Deus) provou por meio de poder milagres e maravilhas que o que Jesus disse é real (Hebreus capítulo 2 e versículos 2 e 3). Aqui vem o que o evangelho causa nas pessoas: fé, esperança e amor: esperança, porque a qualquer momento seremos tirados daqui e levados para morar eternamente com o Pai que se importou conosco. Fé, porque acreditamos no Jesus de amor que morreu e nos deu a redenção dos nossos pecados e amor pelo próximo e a Deus nosso Pai. É aqui que chegamos ao estágio de amar até nossos inimigos, o que é impossível sem que o Senhor nos mostre como fazê-lo.

Agarre o guia da Salvação e veja o que o Senhor pode fazer na sua vida e na vida das pessoas que estão ao seu redor. Cristo vive e quer te mostrar urgentemente o que tem para lhe dar!

Qual a diferença entre salvação objetiva e a subjetiva?

Beata Maria Vitória de Fornari Strata (Bem-Aventurada) - 15 dezembro



Pouco depois de sua morte, a bem-aventurada Maria Vitória apareceu a uma sua devota admiradora usando três vestes: a primeira era de cor escura, mas enfeitada de ouro e prata; a segunda também era escura, mas enfeitada com gemas luzentes; a terceira era azul-branca, com branco fulgurante. Prescindindo da sua historicidade, essa visão resume os três estados de vida (casada, viúva e religiosa) através dos quais a santa passou: foi de fato filha, esposa, mãe, viúva e religiosa (fundadora, superiora e simples freira). Deu exemplo das mais diferentes virtudes.

Maria Vitória nasceu em Gênova em 1562, sétima dos nove filhos de Jerônimo e Bárbara Veneroso. Cresceu em ambiente de amor e de piedade e também um pouco austero. A menina talvez tenha desejado entrar na vida religiosa, mas quando os pais lhe encontraram um noivo na pessoa de Ângelo Strata, uniu-se a ele em matrimônio aos 17 anos. Não demoraram a chegar os filhos. Quando Ângelo morreu, oito anos e oito meses após o matrimônio, cinco filhinhos se penduravam na saia da mãezinha de vinte e cinco anos e um sexto nasceria um mês depois.
Não obstante a tranquilidade financeira e os filhos, Maria Vitória se sentiu improvisamente sem nada e atravessou uma tremenda crise, durante a qual invocou muitas vezes a morte. Superada a crise, pronunciou três votos: de castidade, de nunca usar jóias e vestidos de seda e de não tomar parte em festas mundanas.

Qual a diferença entre a beatificação e a canonização?

Embora não se encontre na literatura católica nenhum documento que traga a definição ou demonstre a diferença entre a natureza da beatificação e da canonização de uma pessoa, é sabido que essa diferença existe.


Para responder ao questionamento de forma católica, necessário se faz recorrer às bulas papais que decretaram uma e outra situação, de modo que a linguagem nelas utilizada esclareça a diferença entre os dois atos.

A beatificação é uma permissão de culto. Frágil enquanto sentença e que, geralmente, atende ao anseio de uma comunidade específica (um país, uma ordem religiosa etc.), porém, faltando ainda aquela nota de universalidade típica do ser católico.

A canonização, por sua vez, é uma prescrição de culto, inclusive algumas bulas trazem a ordem expressa de culto e outras trazem anátemas para quem não aceitar a santidade decretada.

O núcleo da diferença entre um ato e o outro é o fato de que, na beatificação não existe um pronunciamento explícito quanto à certeza de que a pessoa beatificada está na glória do céu. Já na canonização existe essa atestação pontifícia, tanto vida virtuosa como modelo de santidade, quanto da certeza de que aquela pessoa declarada encontra-se na Igreja triunfante.

A canonização é, portanto, um ato político, no sentido mais puro da palavra, ou seja, é um ato de influência social que visa o bem comum das pessoas. O Catecismo da Igreja Católica, em seu número 828, diz que:

"Ao canonizar certos fiéis, isto é, ao proclamar solenemente que esses fiéis praticaram heroicamente as virtudes e viveram na fidelidade à graça de Deus, a Igreja reconhece o poder do Espírito de santidade que está em si e sustenta a esperança dos fiéis, propondo-os como modelos e intercessores."

A salvação está disponível para todos, para tanto, existe o Purgatório. Já a santidade é para poucos, pois, o santo é aquele que viveu de tal forma a vida em Cristo que não necessitou do remédio do Purgatório e ao morrer foi direto para o céu.

A canonização é uma sentença definitiva e irrevogável, na qual o Papa afirma, utilizando-se do seu poder pontíficio, que aquela pessoa viveu de forma extraordinária a graça do primeiro mandamento que é amar a Deus sobre todas as coisas e que, por causa disso, serve como modelo para todos aqueles que almejam viver a mesma Graça.
https://padrepauloricardo.org/episodios/qual-a-diferenca-entre-a-beatificacao-e-a-canonizacao

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Sagrado Coração de Jesus

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus
Jesus apareceu numerosas vezes a Santa Margarida Maria Alacoque, de 1673 até 1675, para falar sobre a devoção ao seu Sagrado Coração, a "grande devoção". A Igreja instituiu a solenidade do Sagrado Coração de Jesus que é celebrada pela Igreja na sexta-feira seguinte ao segundo domingo depois de Pentecostes. Há diversas formas de devoção ao Coração de Jesus. Entre elas: a consagração pessoal, que, segundo Pio XI, "entre todas as práticas do culto ao Sagrado Coração é sem dúvida a principal"; e também, a consagração da família.
Dos colóquios de Santa Margarida com Jesus, distinguem-se 12 promessas. São elas:

- A minha benção permanecerá sobre a casa em que se achar exposta e venerada a imagem de meu Sagrado Coração.
- Eu darei aos devotos do meu Coração todas as graças necessárias a seu estado. 
- Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias. 
- Eu os consolarei em todas as suas aflições. 
- Serei seu refúgio seguro na vida e, principalmente, na hora da morte. 
- Lançarei bênçãos abundantes sobre todos os seus trabalhos e empreendimentos. 
- Os pecadores encontrarão em meu Coração fonte inesgotável de misericórdias. 
- As almas tíbias se tornarão fervorosas pela prática dessa devoção. 
- As almas fervorosas subirão em pouco tempo a uma alta perfeição. 
- Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais empedernidos. 
- As pessoas que propagarem esta devoção terão os seus nomes inscritos para sempre no meu Coração. 
- A todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna. 

Consagração da Família ao Sagrado Coração de Jesus
Sagrado Coração de Jesus, que manifestastes a Santa Margarida Maria Alacoque o desejo de reinar sobre as famílias cristãs, nós vimos hoje proclamar vossa realeza absoluta sobre a nossa família. Queremos, de agora em diante, viver a vossa vida, queremos que floresçam, em nosso meio, as virtudes às quais prometestes, já neste mundo, a paz. 

Queremos banir para longe de nós o espírito mundano que amaldiçoastes. Vós reinareis em nossas inteligências pela simplicidade de nossa fé; em nossos corações pelo amor sem reservas de que estamos abrasados para convosco, e cuja chama entreteremos pela recepção freqüente de vossa divina Eucaristia. 
Dignai-vos, Coração divino, presidir as nossas reuniões, abençoar as nossas empresas espirituais e temporais, afastar de nós as aflições, santificar as nossas alegrias, aliviar as nossas penas. Se, alguma vez, algum de nós tiver a infelicidade de Vos ofender, lembrai-Vos, ó Coração de Jesus, que sois bom e misericordioso para com o pecador arrependido. 

E quando soar a hora da separação, nós todos, os que partem e os que ficam, seremos submissos aos vossos eternos desígnios. Consolar-nos-emos com o pensamento de que há de vir um dia em que toda a família, reunida no Céu, poderá cantar para sempre a vossa glória e os vossos benefícios. Digne-se o Coração Imaculado de Maria, digne-se o glorioso Patriarca São José apresentar-Vos esta consagração e no-la lembrar todos os dias de nossa vida. Viva o Coração de Jesus, nosso Rei e nosso Pai. 
Consagração pessoal ao Sagrado Coração de Jesus
Eu (o seu nome), vos dou e consagro, ó Sagrado Coração de Jesus Cristo, a minha vida, as minhas ações, penas e sofrimentos, para não querer mais servir-me de nenhuma parte do meu ser, senão para Vos honrar, amar e glorificar. É esta a minha vontade irrevogável: ser todo vosso e tudo fazer por vosso amor, renunciando de todo o meu coração a tudo quanto vos possa desagradar. 
Tomo-vos, pois, ó Sagrado Coração, por único bem do meu amor, protetor da minha vida, segurança da minha salvação, remédio da minha fragilidade e da minha inconstância, reparador de todas as imperfeições da minha vida e meu asilo seguro na hora da morte. 
Sê, ó Coração de bondade, a minha justificação diante de Deus, vosso Pai, para que desvie de mim a vossa justa cólera. Ó Coração de amor, deposito toda a minha confiança em vós, pois tudo temo de minha malícia e de minha fraqueza, mas tudo espero de vossa bondade! Extingui em mim tudo o que possa desagradar-vos ou que se oponha à vossa vontade. 
Seja o vosso puro amor tão profundamente impresso em meu coração, que jamais possa eu esquecer-vos nem separar-me de vós. Suplico-vos que o meu nome seja escrito no vosso Coração, pois quero fazer consistir toda a minha felicidade e toda a minha glória em viver e morrer como vosso escravo. Amém. 
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O mês de junho é dedicado ao Sagrado Coração de Jesus, cuja solenidade litúrgica celebramos dia 19 deste mês. A devoção ao Sagrado Coração tem as suas origens na devoção popular e, sem dúvida, é uma das piedades mais difundidas e mais amada pelos fiéis.
A expressão “Coração de Cristo” nos remete à totalidade de seu ser, Verbo encarnado para a salvação de toda a humanidade. Esta piedade popular tem a sua fundamentação na Sagrada Escritura. Jesus, em seu Evangelho, convida os discípulos a viverem em íntima comunhão com ele, assumindo a sua palavra como modo de vida e revelando-se um mestre “manso e humilde de coração”.

Esta expressão também nos remete ao momento da morte de Cristo, em que, do alto da cruz, por uma lança o seu Divino Coração foi transpassado, de onde jorrou sangue e água, símbolo do nascimento da Igreja e de seus sacramentos, símbolo de nossa redenção. Na água está a nossa purificação e no sangue está a nossa salvação. Neste momento a esposa de Cristo, a Igreja, lava e alveja as suas roupas no sangue do Cordeiro.

O texto que narra Cristo mostrando o lado e as mãos aos discípulos e o convite a Tomé para estender a mão e tocar seu lado também faz parte da fundamentação desta devoção. Esses textos narram o convite que Cristo faz todos os dias a nós, o convite para participarmos de sua ressurreição, entrarmos em sua glória, tornando-nos parte integrante dela, testemunhando-a com nossas vidas e com nossas ações.

Coração nos lembra amor, e há no mundo algum outro coração que amou mais do que o Coração de Jesus? Amor verdadeiro, que só no seu coração encontramos. Todos os dias temos que pedir para que Cristo nos conceda a graça de termos os nossos corações semelhantes ao dele, pois o seu coração é a fonte, o rio, o oceano de misericórdia, no qual somos mergulhados.

Às vezes, para nós este Sagrado Coração se mostra um tanto radical, pedindo de nós um grande despojamento (cf. Mt 19,21) que nem sempre estamos prontos ou dispostos a aceitar. Como no caso do jovem que se encontra com Jesus e pede para que ele o diga o que deve fazer para ter a vida eterna. Não pronto para esta radicalidade, o jovem volta para casa entristecido. Atitude diferente têm inúmeras pessoas que, em determinado momento de sua vida, encontraram-se com este coração e não tiveram medo de dizer o seu sim e se lançar nele.

Celebrar o Sagrado Coração é lembrar que Cristo foi verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus. E, sendo homem, também teve os mesmos sentimentos que nós temos. Mas com uma diferença: seu coração sempre foi manso e humilde, por isso nunca maltratou ninguém. Sendo Deus, nunca julgou, mas sempre usou de misericórdia, compadeceu-se dos sofredores e humilhados e sempre prestou-lhes ajuda e consolo. E nós, como andam os nossos corações?

No dia seguinte, após a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, celebramos a memória do Imaculado Coração de Maria. Não temos como falar do Filho sem falar da Mãe, não podemos celebrar o coração do Filho e não celebrar o coração da Mãe.
Essas duas celebrações estão ligadas mostrando-nos um sinal litúrgico da proximidade desses dois corações: o mistério do coração do Salvador se projeta e se reflete no coração da Mãe, que é também companheira e discípula. Se a solenidade do Sagrado Coração de Jesus celebra os mistérios pelos quais fomos salvos, fazer memória do Coração Imaculado é celebrar a participação da mãe na obra salvífica do Filho.

A devoção ao Imaculado Coração de Maria difundiu-se bastante após as aparições em Fátima, onde ela nos pedia a oração e o jejum para que a guerra se findasse.
Durante todo este mês de junho, quando lembramos o Sagrado Coração de Jesus e o Imaculado Coração de Maria, possamos aprender deles o amor, a paciência e a graça de saber perdoar. Pois foi Ele mesmo que nos mandou amar uns aos outros como Ele amou.

Autor: Diego Henrique de Assis da Conceição
Seminarista da Diocese de Piracicaba, estudante do 1º ano de Filosofia 


Anna Micheli Madre e Eugenia Picco

Anna Micheli é o co-fundador, junto com o venerável Agostinho Chieppi, a Congregação das Filhas dos Sagrados Corações de Jesus e Maria de Parma. Com o Pai Fundador e da Santíssima Eugenia Picco Anna é uma figura de destaque na história da Congregação. Sua biografia é muito simples, mas tão intensa que vem licença útil dizendo documentos que foram recebidos em sua figura, que, a tinta indelével, usando expressões que não são comuns a muitos. 


Ele nasceu em Parma em 10 de fevereiro de 1828 de uma família muito pobre e muito religioso. Frágil saúde de Anna, não anda e não sabem as causas desta doença que a atormentava até a idade de sete. Os pais, especialmente dedicados à Virgem Maria, acompanhou-o em peregrinação ao Santuário de Fontanellato, caminhando ao longo da estrada de Parma: "Pradella previsto e apoiado sobre o altar, sobre as forças de disparo instantâneas a partir de caminhar rapidamente. Foi o prémio à fé simples e incansável desses dois pais ... Depois disso, a presença de Maria na vida de Anna a se tornar algo substancial, com certeza "(Mother Anna Micheli: A Congregação das Filhas da SS Corações de Jesus. Maria eo centenário da morte da fundadora, [pelas Pequenas Filhas dos Sagrados Corações de Jesus e Maria], [S. l:. sn].., 1971, p 5) 


Uma figura importante na página Anna Ele foi escrito na Crônica da Congregação: 

"... Já era de 5 anos que uma certa Anna Micheli juntamente com seu primo alguns Zinelli Melchiorre fez um pouco de" escola privada, não tendo outros meios de subsistência. Estes dois se juntaram a outros três jovens, que de uma maneira especial em feriados, se reuniram e fizeram um pouco "de leitura espiritual, educação etc. 
Na Sexta-feira Santa de 1865, todos os cinco se uniram com a aprovação do Pai Fundador, propôs a formação de uma pequena congregação, com a intenção de adorar cada uma praga de Jesus na cruz ... nestes cinco logo se juntou a outros quatro jovens e, em seguida, você decidiu cumprir o objecto e instrução religiosa proposta das raparigas do povo e da assistência aos doentes em casa. Apenas aprovado, tudo pronto animado sobre o trabalho. 


De fato começou a visitar e ajudar, também assistindo, doente pobres necessitados de tudo e forneceu-lhes algum alívio, que pediu para a cidade de caridade. Eziando se reuniram nos dias feriados negligenciadas meninas pobres, em sua maioria, pelos pais e onde viveu foram abordar o Micheli, que, com a ansiedade e amor, abraçou e cumulou-lhes os cuidados necessários no momento.

Meninas crescido em números extraordinários em um curto espaço de tempo, a referida A. Micheli alugou um quarto no andar térreo da casa, onde ela morava B.go S. Quirino No. 10 (em frente da Casa Biondi).

Todos os domingos e festas das meninas se reuniram em dois na sala acima mencionado, onde receberam instrução religiosa de bom Micheli não a dos outros, que haviam dividido em seções donzelas.
Educação durou cerca de meia hora, e depois a entretido com alguns fatos históricos, e as meninas foram pendurado no lábio daqueles bom e piedoso, como filhas em torno de suas mães.
Depois dispensado a cada um desses pobres meninas polenta, todos com fome comeram com grande avidez, e a farinha e pacotes necessários para fazê-lo, foram coletados a partir da boa Micheli por famílias ricas da cidade.
Em seguida, o Maestre, cheia de caridade e zelo, se dirigindo para suas casas dessas meninas pobres, menos do que aqueles que estavam a ser realizada a necessidade pessoal de limpeza, e, assim, penteado e arrastado por muitos insetos, que estavam perturbados e outras feridas medicar e os males que tiveram especialmente na cabeça.

Santa Clélia Barbieri - 13 de julho

13 de julho - Dia de Santa Clélia Barbieri

Santa Clélia Barbieri-1847-1870
Fundou a congregação das Irmãs Mínimas de Nossa Senhora das Dores

Clélia Barbieri nasceu no dia 13 de fevereiro de 1847, na vila Le Budrie, da cidade de São João de Persiceto, na Itália. Os pais, José e Jacinta, muito religiosos, batizaram a menina no mesmo dia do nascimento.




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Recebeu o crisma aos nove anos de idade e, sob a ação do Espírito Santo, fez da família e da paróquia escola de vida e palavra de santidade. A primeira comunhão, dois anos depois, deu-lhe um ânimo só atingido pelas criaturas santificadas. Em 1862, entrou para o núcleo das "operárias da doutrina cristã", no qual sempre foi a mais dedicada e sensível à situação da Igreja, submetida, naqueles anos, a duras provas. 
Sua existência foi breve, mas resplandecente de amor a Deus e à Virgem Maria. A comunhão eucarística, sem dúvida alguma, foi o ponto central de toda sua experiência mística e o carisma da sua fundação religiosa, que após a sua morte recebeu o nome de Congregação das Irmãs Mínimas de Nossa Senhora das Dores e foi oficialmente reconhecida pelo Vaticano.

Aos vinte anos de idade, sob a orientação espiritual do pároco Caetano Guidi, Clélia elaborou com as amigas Teodora, Úrsula e Violeta, um projeto de vida consagrada a Deus. Era uma comunidade religiosa de catequistas leigas, por causa da pouca idade. Essa pequena comunidade de religiosas, em que cada uma delas vivia o Evangelho em suas próprias casas, parecia, à primeira vista, insignificante, mas não era. 


De um modo singular e simples, a minúscula congregação foi verdadeiramente exemplar. Reduzidas à essência do Evangelho, na Paixão de Cristo e na comunhão eucarística, essas pequenas discípulas de Jesus puderam sintetizar as mais variadas experiências de vida: contemplativa, apostólica, caritativa, e, por fim, eremítica. Tanto foi verdade que, pela presença incansável junto aos pequenos, pobres, doentes e marginalizados, Clélia e suas companheiras receberam o apelidado de "madre". 
Clélia Barbieri, com apenas vinte e três anos de idade, morreu em 13 de julho de 1870, na sua cidade natal, vitimada pela tuberculose. Porém, mesmo agonizante, mantinha uma alegria incontida por saber que iria "comungar 


definitivamente com Cristo Jesus". As "Irmãs Mínimas de Nossa Senhora das Dores", suas herdeiras espirituais, tornaram-se uma luz para a comunidade da cidade, levando, com humildade de coração, a solidariedade na fome e na sede de justiça, para os mais excluídos. 

A figura e o testemunho de Clélia Barbieri, esta "madre-adolescente", despertam a admiração, a ternura e o afeto em todos os cristãos que tomam conhecimento de sua obra. Em 1989, o papa João Paulo II canonizou-a e, no ano seguinte, ele a proclamou "Padroeira das Catequistas". A igreja da paróquia de Le Budrie, onde santa Clélia Barbieri está sepultada, recebeu o título de santuário em 1993.

Santa Clotilde - 03 junho


3 de junho - Dia de Santa Clotilde
Jacareí, 08 de dezembro de 2011 - Mensagem de Nossa Senhora e Santa Clotilde

Festa Da Imaculada Conceição da Mãe de Deus no Santuário das Aparições de Jacareí

MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA
"-Meus filhinhos! Hoje, quando vós comemorais a FESTA DA MINHA IMACULADA CONCEIÇÃO, Eu venho novamente a vós para vos abençoar, para vos cumular com as graças do Céu e para dizer-vos:

Na luz da Minha IMACULADA CONCEIÇÃO deveis caminhar todos os dias da vossa vida seguindo-Me pela estrada da oração, do amor, da santidade, da graça, para que juntos possamos um dia Meus filhos, louvar a Deus na eterna glória e bendizer o santo nome da Santíssima Trindade.


Na luz da Minha IMACULADA CONCEIÇÃO, deveis caminhar cada dia, sendo dóceis às Minhas Mensagens, fazendo tudo aquilo que Eu vos tenho mandado, seguindo-Me pelo caminho da oração e da perfeição espiritual, procurando de todo o vosso coração realizar a vontade de Deus, a Minha vontade, e assim, dar ao mundo um sinal, um testemunho da presença do Senhor, da Minha presença no meio dos homens tão cheios de maldade, de ódio e de pecado. Para que assim, novamente a graça do Senhor possa restaurar toda a humanidade e trazer novos Céus e Terra para vós, uma nova Terra de santidade, uma nova Terra de graça, uma nova Terra de amor, onde todos amarão a Deus, onde todos se amarão em Deus. E assim, o vosso amor sobrenatural transformará o mundo num grande jardim de graça e de santidade.

Na luz da Minha IMACULADA CONCEIÇÃO, vós deveis caminhar cada dia, seguindo-Me pelo caminho que a Minha filhinha BERNADETTE e todos os Santos Me seguiram: que é o caminho da renúncia de si mesmo, do mundo, das falsas e ilusórias alegrias passageiras deste mundo, da humildade, da mansidão, do amor, da fidelidade ao Senhor. Para que então, em vós e por meio de vós a graça do Espírito Santo possa iluminar este mundo envolto em trevas e possa fazer com que todos os corações endurecidos amoleçam, abram-se a Deus e aceitem a Sua graça salvadora. Se vós fizerdes isso, Meu Coração agirá poderosamente por meio de vós enchendo o mundo inteiro com a luz do SAGRADO CORAÇÃO DO MEU FILHO JESUS, e assim o espírito das trevas, Satanás será sempre mais, cada vez mais esmagado debaixo dos Meus Pés Imaculados e virginais.

Santa Ângela de Foligno - 04 janeiro






A história de Santa Ângela, considerada uma das primeiras místicas italianas, poderia ser o roteiro de um romance ou novela, com final feliz, é claro. Transformou-se de mulher fútil e despreocupada em mística e devota, depois literata, teóloga e, finalmente, santa. A data mais aceita para o nascimento de Ângela, em Foligno, perto de Assis e de Roma, é o ano 1248. Ela pertencia à uma família relativamente rica e bem situada socialmente. Ainda muito jovem casou-se com um nobre e passou a levar uma vida ainda mais confortável, voltada para as vaidades, festas e recreações mundanas. Assim viveu até os trinta e sete anos, quando uma tragédia avassaladora mudou sua vida.

Num curto espaço de tempo perdeu os pais, o marido e todos os numerosos filhos, um a um. Mas, ao invés de esmorecer, uma mulher forte e confiante nasceu daquela seqüência de mortes e sofrimento, cheia de fé em Deus e no seu conforto espiritual. Como conseqüência, em 1291 fez os votos religiosos, doando todos os seus bens para os pobres e entrando para a Ordem Terceira de São Francisco, trocando a futilidade por penitências e orações. O dom místico começou a se manifestar quando Santa Ângela recebeu em sonho a orientação de São Francisco para que fizesse uma peregrinação a Assis. Ela obedeceu, e a partir daí as manifestações não pararam mais.

Contam seus escritos que ela chegava a sentir todo o flagelo da paixão de Cristo, nos ossos e juntas do próprio corpo. Todas essas manifestações, acompanhadas e testemunhadas por seu diretor espiritual, Santo Arnaldo de Foligno, foram registradas em narrações que ela escrevia em dialeto úmbrio e que eram transcritas imediatamente para o latim ensinado nas escolas, para que pudessem ser aproveitados imediatamente por toda a cristandade. Trinta e cinco dessas passagens foram editadas com o título “Experiências espirituais, revelações e consolações da Bem-Aventurada Ângela de Foligno”, livro que passou a ser básico para a formação de religiosos e trouxe para a Santa o título de “Mestra dos Teólogos”. Muitos dos quais a comparam como Santa Tereza d’Ávila e Santa Catarina de Sena.

Ângela terminou seus dias orientando espiritualmente, através de cartas, centenas de pessoas que pediam seus conselhos. Ao Santo Arnaldo, à quem ditou sua autobiografia, disse o seguinte: “Eu, Ângela de Foligno, tive que atravessar muitas etapas no caminho da penitencia e conversão. A primeira foi me convencer de como o pecado é grave e danoso. A segunda foi sentir arrependimento e vergonha por ter ofendido a bondade de Deus. A terceira me confessar de todos os meus pecados. A quarta me convencer da grande misericórdia que Deus tem para com os pecadores que desejam ser perdoados. A quinta adquirir um grande amor e reconhecimento por tudo o que Cristo sofreu por todos nós. A sexta sentir um profundo amor por Jesus Eucarístico. A sétima aprender a orar, especialmente rezar com amor e atenção o Pai Nosso. A oitava procurar e tratar de viver em contínua e afetuosa comunhão com Deus”. Na Santa Missa, ela muitas vezes via Jesus Cristo na Santa Hóstia. Morreu, em 04 de janeiro 1309, já sexagenária, sendo enterrada na Igreja de São Francisco, em Foligno, Itália.

Seu túmulo foi cenário de muitos prodígios e graças. Assim, a atribuição de sua santidade aconteceu naturalmente, àquela que os devotos consideram como a padroeira das viúvas e protetora da morte prematura das crianças. Foi o Papa Clemente XI que reconheceu seu culto, em 1707. Porém ela já tinha sido descrita como Santa por vários outros pontífices, à exemplo de Paulo III em 1547 e Inocente XII em 1693. Mais recentemente o Papa Pio XI a mencionou também como Santa em uma carta datada de 1927.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Santos Doutores

Relação dos atuais Santos Doutores:

01. S. Atanásio – (295 -373), bispo, Alexandria
02. S. Efrém – (306 – 373), diácono, Síria
03. S. Hilário de Poitiers – (310 – 367) – bispo, França
04. S. Cirilo de Jerusalém – (315 – 386) – bispo
05. S. Basílio Magno (330 – 369) – bispo, Itália
06. S. Gregório Nazianzeno – (330 – 379), bispo, Turquia
07. S. Ambrósio – (340 – 397), bispo, Itália
08. S. Jerônimo ( 348 – 420), presbítero, Itália
09. S. João Crisóstomo – (349 – 407), bispo, Constantinopla
10. S. Agostinho – (354 – 430), bispo - África
11. S. Cirilo de Alexandria – (370 – 442), bispo
12. S. Pedro Crisólogo – (380 – 451), bispo, Itália
13. S. Leão Magno – (400 – 461), papa, Toscana, Itália
14. S. Gregório Magno – (540 – 604), papa, Itália
15. S. Isidoro – (560 – 636), bispo, Sevilha, Espanha
16. S. João Damasceno – (650 – 749), sacerdote, Constantinopla
17. S. Beda Venerável – (672 – 735), Newcastle, Inglaterra
18. S. Pedro Damião – ( 1007 – 1072), bispo, Itália
19. S. Anselmo – (1033 – 1109), bispo, Inglaterra
20. S. Bernardo (1090 – 1153), abade – Dijon, França
21. S. Antonio de Pádua – (1195 – 1231), sacerdote, Portugal
22. S. Alberto Magno – ( 1206 – 1280), bispo, Alemanha
23. S. Boaventura – ( 1218 – 1274 ), bispo, Itália
24. S. Tomás de Aquino – (1225 – 1274), sacerdote, Itália
25. S. Catarina de Sena – (1347 – 1380), virgem, Sena , Itália
26. S. Teresa de Ávila – (1515 – 1582) , virgem, Espanha
27. S. Pedro Canísio – (1521 – 1597), presbítero, Itália
28. S. João da Cruz – (1542 – 1591), presbítero, Espanha
29. S. Roberto Belarmino – (1542 – 1621), Itália
30. S. Lourenço de Brindes – (1559 – 1619), Itália
31. S. Francisco de Sales – (1567 – 1655), bispo, França
32. S. Afonso de Ligório – (1696 – 1787), bispo, Itália
33. S. Teresa de Lisieux – (1873 – 1897) , virgem, França
34. São João D’Ávida (1499-1569) foi sacerdote diocesano espanhol
35. Santa Hildegarda de Bingen (1098-1179) foi monja beneditina na Idade Média

 fonte - Prof. Felipe Aquino

Santa Veridiana – 01/02

No primeiro dia de fevereiro de 1242, de repente, todos os sinos do Castelfiorentino em Florença, Itália, começaram a repicar simultaneamente. Quando os moradores constataram que tocavam sozinhos, sem que ninguém os manuseassem, tudo ficou claro, porque eles anunciavam a morte de Veridiana.
Nasceu em 1182, ali mesmo nos arredores da cidade que amou e onde viveu quase toda sua existência, só que enclausurada numa minúscula cela, de livre e espontânea vontade. Pertencente a uma família nobre e rica, os Attavanti, Veridiana levou uma vida santa, que ficou conhecida muito além das fronteiras de sua terra; e que lhe valeu inclusive a visita em pessoa, de seu contemporâneo Francisco de Assis, que a abençoou e admitiu na Ordem Terceira, em 1221.

A fortuna da família, embora em certa decadência, Veridiana sempre utilizou em favor dos pobres. Um dos prodígios atribuídos à ela, mostra bem o tamanho de sua caridade. Consta que certa vez um dos seus tios, muito rico, deixou à seus cuidados grande parte de seus bens, que eram as colheitas de suas terras.

A cidade atravessava uma época terrível de carestia e fome, seu tio nem pensou em auxiliar os necessitados, era um mercador e como tal aproveitando-se da miséria reinante. Durante algum tempo procurou vender grande parte desses víveres, o que conseguiu por um preço elevado, obtendo grande lucro. Mas, ao levar o comprador para retirar o material vendido, levou um susto, suas despensas estavam completamente vazias. Veridiana tinha distribuído tudo aos pobres
O tio comerciante ficou furioso, pediu um prazo de 24 horas ao comprador e ordenou a Veridiana que solucionasse o problema, já que fora a causadora dele. No dia seguinte, na hora marcada, as despensas estavam novamente cheias, e o negócio pode se concretizar.

Veridiana após uma peregrinação ao túmulo de Tiago em Compostela, Espanha, diga-se um centro de peregrinação tão requisitado quanto Roma o é pelos túmulos de São Pedro e São Paulo, ao retornar se decidiu pela vida religiosa e reclusa. Para que não se afastasse da cidade, seus amigos e parentes construíram então uma pequena e desconfortável cela, próxima ao Oratório de Santo Antônio, onde ela viveu 34 anos de penitência e solidão. A cela possuía uma única e mínima janela, por onde ela assistia à missa e recebia suas raras visitas e refeições, também minúsculas, suficientes apenas para que não morresse de fome.

O culto de Santa Veridiana foi aprovado pelo papa Clemente VII no ano de 1533. Ela também se tornou protetora do presídio feminino de Florença e, sua devoção ainda é muito popular na região da Toscana, na Itália.

sábado, 2 de janeiro de 2016

Santa Rafaela Maria - 06 janeiro

Com sua irmã de sangue, fundou a Congregação das Escravas do Sagrado Coração de Jesus

Nasceu em Córdova, na Espanha, no ano de 1850. Juntamente com sua irmã de sangue, fundou a Congregação das Escravas do Sagrado Coração de Jesus. Dedicadas à adoração ao Santíssimo Sacramento e ao cuidado das crianças, Santa Rafaela ocupou o cargo de Madre Superiora e sua irmã – co-fundadora – de ecônoma geral. Mas, no ano de 1893, a irmã de Santa Rafaela foi partilhando com outras conselheiras a ponto de convencê-las de que sua irmã, Santa Rafaela Maria, por não ser apta na economia, também não poderia continuar governando a congregação. Diante daquele consenso, ela deixou o cargo e sua irmã o ocupou e foi superiora durante 10 anos.




Nos 22 anos de vida que restaram a essa grande serva de Deus, ela viveu na humildade, fazendo os serviços que davam a ela sempre com muito amor e obediência na graça de Deus. Santa Rafaela Maria foi uma verdadeira adoradora diante do Santíssimo Sacramento. Ao falecer, em 1925, partiu para a glória. Não passou muito tempo, veio à luz toda a trama de sua irmã, que não foi reconhecida como santa.

Santa Rafaela Maria, rogai por nós!

Santa Ângela de Foligno - 04 janeiro

Nascida em família bastante abastada, mas indiferente a Deus e à igreja seguiu com o matrimônio, teve filhos, mas todos morreram e ela se afundou na vida das vaidades e festas até o dia em que sentiu o toque da misericórdia do Senhor e recorrendo a Virgem Maria buscou a reconciliação. Com quarenta anos doou todos os seus bem e entrou para a família franciscana onde permaneceu até o final da sua vida.

Oração Santa Ângela de Foligno: 
Deus, nosso Pai, quando o sofrimento vier nos visitar, e, na aflição, não quisermos aceitá-lo, dai-nos força para não cairmos no desespero. Conservai viva e inabalável a nossa esperança. Na hora da dor, fazei-nos compreender, Senhor: sois vós que lavrais nosso campo e trabalhais a nossa terra, até que as sementes germinem, cresçam as searas e produzam em nós abundantes frutos.

ASSIM eu lhe suplico: Leia as palavras de JESUS a Santa Ângela de Foligno que seguem. MEDITE! 

“Oh! Mulher, repara em Mim, flagelado e coroado de espinhos! Contempla as Minhas Chagas e as Minhas Feridas! Depois... escuta e reflete: 

Durante a Minha vida terrena, vivi como manso cordeiro; fui ao Calvário, sem abrir a boca; tratei com doçura a samaritana e ela se converteu; comovi o coração de Maria Madalena, a pecadora e a fiz predileta e uma santa; ao cruzar as ruas da Palestina, pronunciava palavras de Luz, de Paz e de Amor; os Meus ensinamentos eram doces como mel. Mas um dia, ao lançar um olhar divino por todos os séculos, vendo como o mal inundava, impetuoso e ultrajava os Meus Templos, pronunciei palavras de fogo: “Ai do mundo por causa dos seus escândalos!... Ai de quem escandalizar! Seria melhor que lhe atassem uma pedra de moinho ao pescoço e o arrojassem no mar!”.

Santa Genoveva - 03 janeiro


Nascida em família pobre, desde muito pequena sempre sentiu o chamado de Deus. Quando tinha apenas oito anos um padre que passou por sua cidade para uma celebração teve o discernimento do Espírito Santo e chamou Genoveva para a vida cristã, ela então rapidamente respondeu que nunca havia pensado em outra coisa desde muito pequenina. Sofreu com a incompreensão das pessoas pela sua forte e destemida fé em Deus e na religião. Com o poder de suas palavras sobre a fidelidade a Deus e como isso a fazia feliz conseguiu reunir muitas jovens para a vocação da vida santa. Oremos a pureza e fé de Santa Genoveva.

Oração
Deus, nosso Pai, por intercessão de Santa Genoveva, afastai de nós a peste, a fome, as guerras. Saibamos defender nossa dignidade de cidadãos livres e de filhos de Deus, que nos chamou a viver na paz e na justiça, deixando de lado interesses mesquinhos e individualistas.

Dai-nos, Senhor, a coragem e a abnegação de Santa Genoveva que soube praticar o Evangelho, servindo aos irmãos, e que obteve na oração forças para debelar o perigo da opressão e o desespero da fome. Jamais nos falte a vossa proteção e auxílio nas dificuldades pelas quais passamos.
Amém.

Santa Genoveva - Virgem Consagrada
Conhecida por seu amor e pelo desejo de testemunhar Jesus Cristo a todos os corações

Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus - 1º janeiro

1/1 – Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus  - por  prof FELIPE AQUINO

Oitavas de Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo. Que graça para nós começarmos o primeiro dia do ano contemplando este mistério da encarnação que fez da Virgem Maria a Mãe de Deus!

Este título traz em si um dogma que dependeu de dois Concílios, em 325 o Concílio de Nicéia, e em 381 o de Constantinopla. Estes dois concílios trataram de responder a respeito desse mistério da consubstancialidade de Deus uno e trino, Jesus Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

No mesmo século, século IV, já ensinava o bispo Santo Atanásio: “A natureza que Jesus Cristo recebeu de Maria era uma natureza humana. Segundo a divina escritura, o corpo do Senhor era um corpo verdadeiro, porque era um corpo idêntico ao nosso”. Maria é, portanto, nossa irmã, pois todos somos descendentes de Adão. Fazendo a relação deste mistério da encarnação, no qual o Verbo assumiu a condição da nossa humanidade com a realidade de que nada mudou na Trindade Santa, mesmo tendo o Verbo tomado um corpo no seio de Maria, a Trindade continua sendo a mesma; sem aumento, sem diminuição; é sempre perfeita. Nela, reconhecemos uma só divindade. Assim, a Igreja proclama um único Deus no Pai e no Verbo, por isso, a Santíssima Virgem é a Mãe de Deus.

No terceiro Concílio Ecumênico em 431, foi declarado Santa Maria a Mãe de Deus. Muitos não compreendiam, até pessoas de igreja como Nestório, patriarca de Constantinopla, ensinava de maneira errada que no mistério de Cristo existiam duas pessoas: uma divina e uma humana; mas não é isso que testemunha a Sagrada Escritura. porque Jesus Cristo é verdadeiro Deus em duas naturezas e não duas pessoas, uma natureza humana e outra divina; e a Santíssima Virgem é Mãe de Deus.
http://cleofas.com.br/11-solenidade-de-santa-maria-mae-de-deus/

Santa Teresinha - Nascimento 02 janeiro

02  janeiro dia de Santa Teresinha
Nasceu dia 2 de janeiro. Morreu com 24 anos
Não foi amamentada a mãe tinha câncer no seio depois nos ossos
Desde pequena demonstrou muita espiritualidade
Com 2 nos de idade decidiu que seria religiosa
Aos 4 anos entendeu o que significa ser religiosa de clausura então ela disse serei uma religiosa de clausura
O pai dela, são Luiz, gostava de pescar – Marins pescador era seu apelido e quando ia pescar levava Terezinha, com 4 anos de idade. Ela era muito alegre e brincalhona

Ficava na relva, não sabia o que era meditação, mas lembrava de que fazia profundas mediações sobre a bondade de Deus, uma profunda contemplação.
Um dia depois que o pai tmou de pescar foi comer o sanduiche de marmelada e percebeu que o pão estava com aspecto bonito de manhã, mas de tarde estava murcho. Com 4 anos de idade olhando o pão murcho entendeu como é passageira a vida na terra
A mãe morreu quando tinha 4 anos e no cemitério depois que enterraram a mãe ela disse para sua irmã Paulina você vai ser minha mãeDepois da morte da mãe nunca mais foi a mesma, começou a ferida no seu coração foi ficando menos risonha e fechada em si mesma. Aos 9 anos recebe uma nova tragédia, sua irmã Paulina, a sua mãe adotiva vai entrar para o Carmelo e diz Terezinha: eu compreendi que Paulina estava perdida para mim.

Começa a manifestar uma doença psíquica, uma neurose. Começou a somatizar as coisas e foi ficando cada vez mais fechada em si mesmo. Chorava e depois chorava porque tinha chorado. Ficou doente de cama e aí a família começou a ficar preocupada ali Terezinha dava sinais que ia morrer.
Estava deitada na cama delirando e olhando uma imagem de Nossa Senhora serena sem sorrir, Nossa Senhora não sorria, foi quando viu Nossa Senhora sair da imagem olhou para ela e sorriu daí em diante Terezinha foi curada parcialmente e depois saiu dessa doença mais tarde vem a doença dos escrúpulos pensa e passa a achar que inventou a doença, que inventou a aparição de Nossa Senhora e preocupada de estar pecando. Fica assim 1 ano e meio.
No natal, 130 anos atrás, ela tinha 13 anos ia completar 14 anos no dia 2 de janeiro e no natal recebe a graça de conversão. Em que consiste essa graça?
Ela diz: Senti a necessidade de esquecer de mim mesma e então fui feliz
Como os santos se tornam santos?
O caminho de santidade é marcado por 3 conversões.
A primeira para Terezinha não foi necessária porque ela nunca pecou gravemente
A primeira conversão é sair dos pecados graves. Exemplo foi Santo Agostinho e Maria Madalena.

A história da espiritualidade cristã: a de Santa Teresa de Jesus em seu genial Castelo interior ou livro das Moradas.

Em sua Teologia da Perfeição Cristã, o Pe Royo Marín (1968, p 273) salienta que :


Cada alma segue seu próprio caminho rumo à santidade sob a direção e o impulso supremo do Espírito Santo. Não há duas fisionomias inteiramente iguais no corpo nem na alma. Contudo, os mestres da vida espiritual tem tentado diversas classificações atendendo às disposições predominantes das almas, que não deixam de ter sua utilidade ao menos como ponto de referência para precisar o grau aproximado de vida espiritual em que se encontra uma determinada alma. (…)


São três, parece-nos, as principais classificações que foram propostas ao longo de toda a história da espiritualidade cristã: a clássica das três vias: purgativa, iluminativa e unitiva; a do Doutor Angélico, baseada nos três graus de principiantes adiantados e perfeitos; e a de Santa Teresa de Jesus em seu genial Castelo interior ou livro das Moradas.

A obra de Santa Teresa de Jesus, Castelo interior ou Moradas, é tomada como exemplo pela maioria dos autores de vida espiritual, pois explica de modo excelente as fases da vida cristã rumo à santidade, baseando-se nos graus de oração. Esta Doutora da Igreja compara a alma a um castelo e os diversos graus da vida espiritual, aos aposentos desse castelo: “consideremos nossa alma como um castelo, feito de um só diamante ou de limpidíssimo cristal. Neste castelo existem muitos aposentos, assim como no céu há muitas moradas” (1981, p. 19).

Santa Teresa divide o desenvolvimento da vida espiritual em sete moradas:

a) Primeiras Moradas (ibidem, p. 19-37) – considera a beleza de uma alma em estado de graça e lamenta aquelas almas que jamais entram no castelo, ficam ao redor dele, obstinadas no pecado. Afirma ainda que a porta de entrada desse castelo é a oração. Trata da hediondez de uma alma em estado de pecado mortal e da importância da humildade e do conhecimento de si mesmo, através do conhecimento de Deus. Adverte também sobre as artimanhas da maldade para impedir que as almas progridam dessas primeiras moradas para as seguintes. Nesse estágio, as almas desejam não ofender a Deus e praticar boas obras, no entanto, estão ainda absorvidas pelo mundo.

b) Segundas Moradas (ibidem, p. 41-49) – aqui as almas já se preocupam em servir a Deus, fogem das distrações fúteis e buscam uma vida de oração e recolhimento, embora com muitas quedas e falhas. Têm aversão ao pecado mortal, porém, pouco cuidado em evitar as ocasiões. Sofrem por sentirem cada vez mais claro o chamado de Deus e não terem ânimo suficiente para se entregarem inteiramente. Nesta fase, a Santa encoraja-as a não desanimarem diante dos ataques do mal mas serem humildes e se confiarem à Misericórdia Divina, a fim de perseverarem.

c) Terceiras Moradas (ibidem, p. 53-68) – nestas moradas as almas passam a ter mais oração e recolhimento, evitam os pecados veniais e fazem penitência. Quando são provadas pelo Senhor com securas e aridezes, desanimam porque ainda são débeis. Aconselha a estas almas a fuga das ocasiões e a perseverança na humildade e na oração, sem fazer caso de provações ou de consolações.

d) Quartas Moradas (ibidem, p. 71-95) – é nesta etapa que ocorre a transição da ascética para a mística. As tentações trazem benefícios e são ocasião de mérito. Tem-se o início das orações contemplativas. Santa Teresa


e) Quintas Moradas (ibidem, p. 99-130) – a Santa Doutora descreve longamente a união da alma com Deus na oração contemplativa. A experiência mística é intensificada e aumentam as purificações passivas. As almas experimentam grande amor ao próximo e têm necessidade de muita vigilância para não cair nas sutilezas do mal.

f) Sextas Moradas (ibidem, p. 133-224) – nesta fase as almas recebem grandes favores e padecem terríveis provações; Deus opera maravilhas naqueles que alcançam estas moradas. O amor a Deus é levado até o esquecimento de si mesmo. Os fenômenos místicos se multiplicam. As almas têm desejo de unir-se intimamente a seu Senhor, abandonando esta vida.

g) Sétimas Moradas (ibidem, p. 227-260) – Perfeição – dá-se o “matrimônio espiritual”, a união transformante em que a alma se faz uma com Deus, sente em si a inabitação da Santíssima Trindade. As almas atingem um estado de paz e tranqüilidade inalteráveis, preocupam-se unicamente com a glória de Deus.

Castelo Interior - 7 moradas (Santa Tereza D´avila)


Castelo Interior - 7 moradas (Santa Tereza D´avila)

1a. morada
Alma esta muda e surda, ainda prisioneira do mundo exterior. É entao que se começa a avançar no caminho do conhecimento interior. Que a alma começa seu percusso.

2a. morada
A alma luta contra os atrativos do mundo exterior. Sente que tudo no mundo é efêmero.

3a. morada
A alma se purifica através da meditação e está pronta a acolher o sofrimento e renuncia as tentações do mundo exterior, mas ainda não é bastante forte.

4. morada
A imaginação domina, o conhecimento, a inteligencia e a memória pesam sobre a alma, mas para progredir deve renunciar a tudo isso.

5a. morada

O mundo profano não tem mais influencia sobre a alma que está livre de todas as amarras. (a lagarta se faz borboleta)

6a. morada
ala do sofrimento. Mas a alma abandonou todas as tencacoes do mundo exterior. É a noite escura da alma que precede a plena e definitiva transformação

7a. morada
A alma é tornada espiritualmente por esposa. São imensos e elevadíssimos o mistério e a graça que Deus ali comunica à alma num instante. O Senhor parece querer manifestar-lhe naquele momento a glória do céu, fazendo-o de um modo mais inefável que em qualquer outra visão ou gosto espiritual.
O Senhor introduz a alma nessa Sua morada, que é o centro da alma.A alma não sente nenhum temor da morte, não mais do que teria de um suave arroubo(êxtase, arrebatamento). Passa-se com tanta quietude e silêncio tudo o que o Senhor ensina e comunica à alma.

Retirado do trecho do filme de Edith Stein (Santa Teresa Benedita da Cruz), ela meditando as 7 moradas do livro de Santa Teresa D´avila. Recomendo a leitura do livro por completo.


Ao observarmos a obra “Castelo Interior”, a autora faz uma comparação da alma humana com um castelo e afirma que no centro do coração do homem – o que ela chama de sétima morada, por assim dizer -, habita a Santíssima Trindade. Lá o brilho de luz do coração humano só é encoberto por causa do pecado. A fraqueza humana seria para ela como que um véu a acobertar a grandeza da alma. Contudo, não é isso que aprendemos nas Sagradas Escrituras. Tanto Tereza, quanto o Padre Paulo Ricardo estão contundentemente equivocados.