
Castelo Interior - 7 moradas (Santa Tereza D´avila)
1a. morada
Alma esta muda e surda, ainda prisioneira do mundo exterior. É entao que se começa a avançar no caminho do conhecimento interior. Que a alma começa seu percusso.
2a. morada
A alma luta contra os atrativos do mundo exterior. Sente que tudo no mundo é efêmero.
3a. morada
A alma se purifica através da meditação e está pronta a acolher o sofrimento e renuncia as tentações do mundo exterior, mas ainda não é bastante forte.
4. morada
A imaginação domina, o conhecimento, a inteligencia e a memória pesam sobre a alma, mas para progredir deve renunciar a tudo isso.
5a. morada
O mundo profano não tem mais influencia sobre a alma que está livre de todas as amarras. (a lagarta se faz borboleta)
6a. morada
ala do sofrimento. Mas a alma abandonou todas as tencacoes do mundo exterior. É a noite escura da alma que precede a plena e definitiva transformação
7a. morada
A alma é tornada espiritualmente por esposa. São imensos e elevadíssimos o mistério e a graça que Deus ali comunica à alma num instante. O Senhor parece querer manifestar-lhe naquele momento a glória do céu, fazendo-o de um modo mais inefável que em qualquer outra visão ou gosto espiritual.
O Senhor introduz a alma nessa Sua morada, que é o centro da alma.A alma não sente nenhum temor da morte, não mais do que teria de um suave arroubo(êxtase, arrebatamento). Passa-se com tanta quietude e silêncio tudo o que o Senhor ensina e comunica à alma.
Retirado do trecho do filme de Edith Stein (Santa Teresa Benedita da Cruz), ela meditando as 7 moradas do livro de Santa Teresa D´avila. Recomendo a leitura do livro por completo.
Ao observarmos a obra “Castelo Interior”, a autora faz uma comparação da alma humana com um castelo e afirma que no centro do coração do homem – o que ela chama de sétima morada, por assim dizer -, habita a Santíssima Trindade. Lá o brilho de luz do coração humano só é encoberto por causa do pecado. A fraqueza humana seria para ela como que um véu a acobertar a grandeza da alma. Contudo, não é isso que aprendemos nas Sagradas Escrituras. Tanto Tereza, quanto o Padre Paulo Ricardo estão contundentemente equivocados.